terça-feira, 23 de abril de 2013




Com certeza,adaptar-se em tudo,sair do comodismo é sempre muito significativo
pra gente,nós torna melhor a cada dia!!



segunda-feira, 8 de abril de 2013


Tecnologia sozinha não aprimora o aprendizado
reportagem revista Nova Escola

Garantir equipamentos ainda é uma meta importante, mas o investimento só vale a pena se melhorar a qualidade da Educação.

A euforia geral com a tecnologia leva a pensar que o investimento em equipamentos garante a melhoria do ensino e da aprendizagem, mas a realidade mostra que em muitas salas de aula que se enquadram na segunda descrição a diferença está apenas nas ferramentas empregadas no trabalho.
No entanto, as políticas públicas dessa área ainda estão mais voltadas para equipar as escolas. O Ministério da Educação (MEC) e os governos estaduais e municipais têm alardeado a distribuição de maquinário. Por exemplo, cerca de 150 milhões de reais estão sendo destinados à compra de 600 mil tablets para os docentes do Ensino Médio. O Censo Escolar de 2010 mostrou que 39,37% das escolas brasileiras já possuíam laboratório de informática, 60,45% tinham computador, e 45%, acesso à internet.

Formação dos professores ainda é o grande desafio para avançar
Quando as escolas já estiverem equipadas, o que precisa acontecer para a qualidade da Educação ser impactada positivamente? A tecnologia precisa ser incorporada ao projeto político-pedagógico (PPP) e integrada aos conteúdos curriculares. Não dá para ir ao laboratório e permitir que os estudantes fiquem navegando sem um objetivo de aprendizado. Isso, aliás, só acrescenta mais dificuldade ao trabalho do docente, já que o controle da aula fica mais complicado quando a turma tem acesso à internet. O computador na sala ou no laboratório deve ter um uso dirigido.
Em busca de indicadores para definir uma boa experiência nessa área, pesquisadores do Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação (Lantec), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), propõem a Pedagogia Comunicacional Interativa (PCI). O conceito indica a combinação de objetivos educacionais com as ferramentas de comunicação e da web, como compartilhamento de conhecimentos.
Para que os objetivos de ensino sejam alcançados, é primordial que os professores estejam preparados para tirar o melhor proveito das chamadas tecnologias de informação e comunicação (TIC). E o docente precisa fugir do mito de que os alunos, nativos digitais, sabem mais que ele, nascido antes dessa era. Os estudantes podem até ter mais familiaridade com as novidades, mas não sabem colocá-las a favor de sua aprendizagem.
área do MEC responsável por suprir as demandas de formação é o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo), criado em 1997. Desde 2008, foram investidos cerca de 15 milhões de reais apenas nos cursos preparatórios. Mas os resultados ainda são pequenos se comparados com os mais de 2 milhões de professores que atuam na Educação Básica no país .
Para que todo o potencial tenha chance de se desenvolver, é necessário preparar os professores para que possam ousar mais, sem perder o rumo dos objetivos educacionais, rever os conteúdos curriculares e inserir o uso das TIC nos projetos das escolas.

sexta-feira, 5 de abril de 2013


Não tenho nem o que comentar,isso diz tudo,´é uma pena
que um profissional tão importante, é tão desvalorizado!!